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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Germinando a revolução

Componentes importantíssimos na cultura raw food, germinados são nutritivos e fáceis de conseguir.


Os grãos, sementes e castanhas germinados são componentes importantíssimos na cultura raw food (comida crua ou crudivorismo) e na dieta da alimentação viva, baseada em vegetais crus, frescos e orgânicos cheios de energia. Quando germinado, o alimento tem o seu valor nutricional altamente potencializado – em 20 mil vezes – e pleno de prana, a energia vital.

O Rio de Janeiro tem peças-chave no desenvolvimento desse estilo de vida no Brasil, como Ana Branco, professora da PUC, e os irmãos Tiana e Henrique Rodrigues, do complexo de mercado e restaurante Universo Orgânico. Pioneiro, o espaço já faz sucesso entre artistas, yogis, esportistas e adeptos da vida saudável no Leblon (confira a entrevista com muitos detalhes que a chef Tiana pesquisou na página 51). Em São Paulo, o grupo Terra Dourada tem ministrado cursos e palestras sobre alimentação viva.


Alimentação viva (living food)
O mais importante fator nessa dieta são as enzimas, pequenas proteínas que quando aquecidas acima de 38° C são destruídas. Elas ajudam na digestão.
Os adeptos acreditam que quando se come um alimento cozido, é necessário o uso das suas próprias enzimas para digeri-lo, e quando você não tem reservas delas, a digestão fica lenta e sacrifica os órgãos. Na alimentação viva, a digestão é feita pelas enzimas do próprio alimento, poupando as enzimas de quem come, aumentando a reserva de energia, vitalidade e rejuvenescimento para o corpo e a mente.

Alimentação com vida (life food)
Segue o conceito da alimentação viva, com algumas restrições. Por exemplo, feijão e grãos (aveia, trigo, centeio) não são considerados “vivos”.
O feijão é tóxico demais e os grãos híbridos contêm muito glúten. Os alimentos com semente são os consumidos – eles mantêm viva a cadeia da alimentação porque voltam para a terra. E valoriza a wild food, alimentos de plantas que nascem e crescem espontaneamente, sem a ajuda do homem. “Eles certamente têm muito mais energia do que os vegetais plantados em grande escala. Um típico caso é uma jaboticabeira que nasce em um sítio ninguém sabe como”.


Hábitos vivos
Qualquer que seja a sua dieta, inclua dicas do Universo Orgânico e ganhe energia

Leite O leite animal pode intoxicar o corpo dos adultos, causar sinusite e obstruções. Podemos extrair leite saboroso e nutritivo de castanhas e de amêndoas.
Verdes Inclua mais saladas frescas nas suas refeições, principalmente em pratos com carnes. Ajuda na digestão. E sucos com vegetais verdes também. A clorofila limpa o sangue.
Germinados Consuma em saladas, sobre frutas e qualquer prato. São peças-chave de uma alimentação energética.
Comida fresca Quanto menos o alimento sofrer na distância do transporte, passar por diferenças de temperatura etc., mais energia ele terá.
Aquecimento ideal Abaixo de 38° C.
Forno e fogão Uso de fogão a lenha, a gás, elétrico e microondas – nesta ordem, o primeiro modo de cozinhar é o melhor e o último, o que menos preserva a energia vital do alimento. O corpo decodifica o alimento e manda os nutrientes com precisão para cada parte ideal. Quando o calor desfaz a estrutura do alimento, o corpo perde a referência e manda nutrientes de maneira desordenada, porque só entende o código do que o Universo criou, e assim gera lixo, o que pode provocar doenças. Isso também acontece com alimentos alterados geneticamente.


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